É FATO.
Por quê?
Todo método tem duas eficácias: a do uso perfeito, medida em condições ideais, e a do uso típico, medida na vida real — com esquecimento, atraso na farmácia, vômito, diarreia e interação medicamentosa. É nessa segunda que a diferença aparece. Pílula, injetável e preservativo dependem de uma ação repetida do usuário e, por isso, têm falha típica bem maior que a teórica. DIU e implante, uma vez colocados, funcionam sozinhos por anos e mantêm eficácia próxima da máxima. É o argumento principal para que esses métodos sejam oferecidos como primeira opção a quem quer alta eficácia sem rotina diária.
Esta resposta foi conferida nessa data com as melhores evidências disponíveis até então. Como a ciência continua avançando, novos estudos podem confirmar, ajustar ou até mudar o que sabemos hoje.