É MITO.
Por quê?
A maioria dos casos acontece em adultos com doença cardiovascular, muitas vezes sem diagnóstico prévio — pressão alta, colesterol alto, diabetes e tabagismo trabalhando em silêncio por anos. Mas a parada também atinge jovens e atletas, por causas como miocardiopatias, alterações elétricas hereditárias, uso de substâncias e trauma no peito, e nesses casos ela é frequentemente o primeiro sintoma de uma condição que ninguém sabia existir. Duas consequências práticas: histórico de morte súbita na família antes dos 50 anos merece avaliação cardiológica; e a possibilidade de precisar comprimir o peito de alguém não pertence só a quem cuida de idoso.
Esta resposta foi conferida nessa data com as melhores evidências disponíveis até então. Como a ciência continua avançando, novos estudos podem confirmar, ajustar ou até mudar o que sabemos hoje.