É MITO.
Por quê?
Marcas diferentes podem conter o mesmo princípio ativo — e é assim que se ultrapassa a dose máxima sem perceber. O exemplo mais comum são os antigripais: muitos combinam paracetamol com outras substâncias, e quem toma o antigripal e ainda um analgésico “para a dor de cabeça” soma paracetamol duas vezes, com risco de lesão no fígado. A mesma lógica vale para anti-inflamatórios de nomes distintos, cujo efeito sobre estômago e rim se soma. A checagem é simples: ler o princípio ativo, que aparece na caixa logo abaixo do nome comercial, e comparar.
Esta resposta foi conferida nessa data com as melhores evidências disponíveis até então. Como a ciência continua avançando, novos estudos podem confirmar, ajustar ou até mudar o que sabemos hoje.