É MITO.
Por quê?
O pré-natal existe justamente para descobrir o risco que ainda não apareceu. É nele que se mede a pressão em toda consulta — o que permite flagrar pré-eclâmpsia antes da convulsão —, se rastreia diabetes gestacional, sífilis, HIV, hepatites e anemia, se acompanha o crescimento do bebê, se atualiza a vacinação e se conversa sobre parto e amamentação. Boa parte das mortes maternas no mundo decorre de causas evitáveis identificáveis nesse acompanhamento. A recomendação é iniciar no primeiro trimestre, assim que a gravidez for confirmada, e manter as consultas até o fim, mesmo que tudo esteja bem.
Esta resposta foi conferida nessa data com as melhores evidências disponíveis até então. Como a ciência continua avançando, novos estudos podem confirmar, ajustar ou até mudar o que sabemos hoje.