É MITO.
Por quê?
No tipo 1, a insulina é o tratamento desde o diagnóstico — não há alternativa, porque o pâncreas deixou de produzi-la. No tipo 2, a doença é progressiva: com o tempo a produção de insulina tende a cair, e muitas pessoas precisarão dela mesmo fazendo tudo certo. Também há situações em que ela entra temporariamente, como internações, infecções e gravidez. Encarar a insulina como punição atrasa o início do tratamento adequado e deixa a glicemia alta por mais tempo, que é o que de fato produz complicação. Ela é ferramenta, e das mais eficazes.
Esta resposta foi conferida nessa data com as melhores evidências disponíveis até então. Como a ciência continua avançando, novos estudos podem confirmar, ajustar ou até mudar o que sabemos hoje.